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Plus Teste: Uma nova meta em segurança

sexta-feira, 24 de Março de 2017 11:37:22 Europe/Lisbon

plustest

 

Ultimamente quando falamos do tema de segurança nas cadeiras auto, há cada vez mais referência ao Plus Teste.

Recentemente veio do Norte da Europa a notícia da aplicação deste novo Teste nas cadeiras para crianças. Este padrão complementa a legislação em vigor e é um grande avanço em benefícios de segurança nos sistemas de retenção automóvel. Nestas linhas pretendemos explicar porquê.

Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

6 alimentos a evitar na gravidez

quarta-feira, 22 de Março de 2017 19:51:15 Europe/Lisbon

6 Alimentos a evitar na gravidez

A gravidez é uma fase especial na vida de um casal e particularmente para a mulher, acarreta inevitavelmente um sem número de “palpites” e opiniões de todos quantos nos rodeiam e querem bem.

Assim torna-se necessário aferir com rigor o que pode, não pode, deve ou não deve realmente ingerir.

Comentários | Adicionado em Publicações por Ricardo Moreira - Nutricionista

Torcicolo Congénito = Contratura do Esternocleidomastoideu? Também, mas não só!

segunda-feira, 6 de Março de 2017 22:21:09 Europe/Lisbon

Na minha prática clínica diária tenho verificado que o torcicolo congénito é, por vezes, diagnosticado tardiamente ou tratado de forma padrão, não se verificando os resultados pretendidos, o que a longo prazo pode trazer consequências sérias para o bebé.

Comentários | Adicionado em Publicações por Cláudia Costa - Fisioterapeuta

10 anos - Como um filho que vejo crescer....

sexta-feira, 3 de Março de 2017 10:48:18 Europe/Lisbon

São 10!

 

10 anos feitos de 365 e 366 dias cada um, portanto 3650 e mais uns pós de dias de sonho, de dias de sonhos – vividos e partilhados!

 

10 anos que passaram como se de 10 dias se tratassem – pois amo cada dia e cada vida que partilho.

 

10 anos em que cada um me trouxe novos sonhos, novas vidas e novos projectos e desafios.

 

10 anos…

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Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

Plagiocefalia: Quando prevenir é... curar!

quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017 15:32:32 Europe/Lisbon

 

Plagiocefalia: Quando prevenir é... curar! “... A Plagiocefalia pode ser totalmente reversível até aos 2 anos de idade.. O primeiro passo é perceber se o problema existe e medir a gravidade do mesmo.”...

Comentários | Adicionado em Publicações por Cláudia Costa - fisioterapeuta

Dormir fora de casa com o bebé

terça-feira, 23 de Agosto de 2016 18:00:00 Europe/Lisbon

Dormir fora de casa com o bebé

 

DORMIR FORA DE CASA COM O BEBÉ

 

Conselhos da nossa marca PABOBO para um sono tranquilo...principalmente precioso em férias!

As férias de verão são, por vezes, sinónimo de viagens e, portanto, requerem do seu filho alguma adaptação. Especialmente quando se trata de dormir em outros lugares que não em casa, longe das suas referências habituais ...

 

Temos aproveitado alguns conselhos de especialistas para ajudá-lo:

 

1-Comece cedo

Habituar o bebé desde tenra idade a dormir noutros locais que não apenas a sua casa fará com que apreenda que tudo está bem, tão bem como se estivesse em casa.

 

2- Leve a sua mantinha de afeto

Seja ele um doudou ou uma fraldinha, raro é o bebé que não tem o seu objecto de afago, por isso deverá levá-lo sempre, para que permaneça confiante e portanto , sem receio de ir dormir.

 

3-Escolha onde o bebé irá dormir

Procure um local acolhedor onde possa sentir-se seguro, mesmo que haja alguma música ou ruído de fundo.

 

4- Mantenha o ritual do deitar

Essencial para o bebé  se sentir em casa e, dormir, como de costume.

 

5-Explique o que vai acontecer

Por norma as crianças não gostam do escuro: explique que irá estar no quarto do lado, bem perto, e verá como se sentirá mais sereno. Dependendo do nível de compreensão, entre os 12 e os 18 meses, poderá ter um diálogo prévio sobre o que são férias!

 

6- Encontre o momento certo para ir dormir

Preferencialmente mantenha o horário habitual

 

7- Limite o número de pessoas na hora de dormir

É melhor limitar o número de pessoas que vão acompanhá-lo na hora de dormir. A presença dos pais é suficiente para tranquilizar o bebé, sem necessidade de deslocar todos os convidados. Isto pode excitar bebé e atrasar o sono.

 

8- Dê tempo

Melhor estar 20 minutos com ele para adormecer, do que acordar uma dúzia de vezes com o bebé inquieto e assustado.

 

9- Esteja alerta

Fora da casa, o intercomunicador -  pode ser uma ajuda preciosa, pois rapidamente acorremos a um ataque de lágrimas.

 

10-Tranquilize o bebé com uma luz de companhia

Para maior conforto e comodidade, uma luz de presença/companhia pode ser a solução ideal. Pode levar para qualquer lado e dará aquela serenidade extra que em férias tanto desejamos.

 

Espreite aqui as sugestões da Pabobo que ADORAMOS!

 



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Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

Apoio à Amamentação

quarta-feira, 17 de Agosto de 2016 18:00:00 Europe/Lisbon

Apoio à amamentação

 

APOIO À AMAMENTAÇÃO 

 

Apoio à amamentação ou a incerteza que me acompanhará…

Não raras vezes ouço mulheres, mães, super-mães e super-mulheres verbalizarem “pois…se eu soubesse!!”

Sim, há alguém do lado de cá, a quem podem e devem pedir orientação e ajuda!

 

1- Não consigo que o meu bebé agarre na mama…

- a pega ensina-se, tal como se ensina a utilizar a faca e o garfo!

 

2- Só consigo que ele mame com o bico de silicone…

- se isso surge como uma dificuldade, cá estamos para ajudar no processo de “desmame de silicone”

 

3- Adormece muito e estou horas com ele na mama…

- comer é uma tarefa, podemos ajudar de diversas formas, temos que perceber o que é adequado na sua situação.

 

4- Dói-me! Sempre que estou a dar de mamar dói-me!

- não é suposto. Dar de mamar deve ser para a mãe gratificante, não doloroso!

 

5- Tanto está 5 horas sem mamar, como ao fim de 1 hora parece que já quer outra vez!

- hum!... Tenho que fazer perguntas, só assim não chega…vamos perceber mais em detalhe o que se passa e procurar uma forma mais harmoniosa para todos em casa.

 

6- Quero prolongar a amamentação, mas vou trabalhar…

- sim é possível com alguma calma e preparação, de forma pacífica prolongar a amamentação mesmo tendo que regressar à labuta.

 

7- O meu leite não chega. Dou, mas é fraco e tenho que dar também suplemento.

- ok, mas…ui,ui, tantas perguntas tenho para si, e tantos caminhos que nos levam a Roma…resta que escolha!

 

8- Tenho uma mama vermelha, com dor e alguns “caroços”

- dor, calor, tumor e rubor são sintomas associados a uma mastite (infecção da mama), por isso o apoio à amamentação faz todo o sentido para orientação da amamentação, mas pode haver necessidade de uma visita ao médico;

 

9- Tenho o mamilo com gretas, achei que ia passar, não quis incomodar, e agora dói a sério.

- pois, a mim se doesse tentava ajuda… afinal as mamas são nossas, e se ainda por cima as “partilhamos” com o nosso bebé, é fundamental que cuidemos (da mesma forma que faríamos se de um biberão se tratasse)

 

10- As minhas mamas estão 3 vezes maiores! Nem cabem no soutien, nem lhes consigo mexer!

- não espere para amanhã! Telefone hoje! O momento de descida do leite é um marco no sucesso da amamentação!

 

O D´Barriga estará consigo naquilo que forem  os seus objectivos!

Defendemos as pessoas, defendemos o aumento das possibilidades de escolha!

 

Joana Freitas

 

Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

Primeiras férias a três

sábado, 6 de Agosto de 2016 18:00:00 Europe/Lisbon

Primeiras férias a três

 

PRIMEIRAS FÉRIAS A TRÊS

 

Quando somos pais, percebemos que é necessário realizar alguns ajustes nas nossas vidas… normal, agora somos três! – mas “ ajustes” não significa que devamos abdicar da nossa existência! Férias, sair do espaço habitual e “ mudar de ares” continua a ser fundamental para que possamos abraçar o ano seguinte.

 

Além disso, férias quererá dizer tempo partilhado, tempo sem pressa, tempo para escutar e ouvir, tempo para olhar, mimar, namorar e retemperar energias.

 

Mais do que dar-vos uma longa lista de “ to buy stuff” , gostava que ao definir/planear as férias pudessem ter em conta estes pontos:

 

- Para onde ir – dependendo da idade do rebento, pensem se o destino desejado é práctico para estar, sem necessidade de grandes deslocações entre o local de pernoitar e o local dos banhos de sol e mar ou até talvez prefiram um local mais de montanha, com vegetação e praia fluvial…...

 

Essencialmente, assegurem-se que conhecem as condições gerais e particulares do local, para que possam munir-se dos recursos que consideram imprescindíveis.

 

- Meio de transporte – como chegarão ao local?

 

Avião? Então não esqueçam cruzar esta informação com o que referi no ponto anterior, afinal, com um bebé, um hotel/apartamento a “apenas” 1200m da praia mais próxima pode tornar a ida à praia num verdadeiro desafio! 1200 metros a dois, de mãos entrelaçadas e toalha ao ombro não são, seguramente, os mesmos 1200 metros que com um bebé de 6 meses, 3 guarda-sóis, saco de praia, saco de artigos de bebé, saco de brinquedos e merendeira!

 

Caso viagem de avião, pensem se vos é mais fácil levar o carinho de passeio, ou se optar por uma forma de babywearing pode ser uma solução mais prática.

 

- Onde ficar – quando viajamos com uma criança pequena ou bebé, há que ter em atenção quais são as condições disponíveis para assegurar as suas refeições, dado que quando optar por hotel terá quase que obrigatoriamente fazer as refeições em restaurantes ou no próprio hotel. Saber com o que conta é fundamental.

 

- Rotinas – sabemos que as rotinas são de elevada importância num desenvolvimento harmonioso, mas em férias há que haver alguma tolerância, há que relativizar um pouco as condicionantes que possam criar alguma alteração à rotina – sempre tendo em conta o bem-estar global, de todos os elementos da família. Se os pais não estão bem, o bebé não está bem!

 

- Recursos – sim, também devemos acautelar que temos o que nos é útil, para que estejamos relaxados nesse tempo tão precioso que são as férias.

 

OBRIGATÓRIO:   

- Documentos;

- Medicação – caso haja

- Caixa SOS – dependendo da idade do bebé/criança o recheio pode ter alguma variação – Paracetamol, curitas, álcool, água oxigenada, compressas, termómetro;

- Protector solar;

- Chapéu;

- Óculos de sol – sim considero obrigatória a utilização de óculos de sol por qualquer bebé ou criança - não é capricho, é conforto, qualidade de vida.

 Atendendo a que o bebé na cadeirinha está inclusivé bastante virado para cima, a forma como recebe a luz solar é intensíssima!

- Boneco favorito – para que tenha uma âncora sempre consigo, mesmo estando em ambientes que lhe são desconhecidos.

 

A PENSAR/PONDERAR em função de opções anteriores:

 

- Banheira consoante as condições do local de destino pode espreitar esta solução que é excelente para qualquer viagem , para ter em casa dos avós e até para levar para a praia! Pratica e económica, pois pode colocá-la dentro da banheira normal e de fácil transporte e arrumação!

 

- Cadeira da papa espreite esta opção, leve, lavável, portátil e segura em qualquer cadeira que seja fixada.

- Luz de presença tantas vezes não entendemos a “ birra” nocturna, o desconforto ao ir para a cama, e o de repente “ não adormece sozinho!”

 Muitas vezes esta situação é ultrapassada com a luz de presença que transmite calma e serenidade ao bebé que se sabe noutro local, com diferentes hábitos e rotinas.

 

LEVAR AINDA A BAGAGEM E O CORAÇÃO repletos de CALMA,BOM-SENSO E…  SENTIDO DE HUMOR!

 

 

 

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O sol e os cuidados a ter com a pele do bebé

segunda-feira, 25 de Julho de 2016 18:00:00 Europe/Lisbon

O sol e os cuidados a ter com a pele do bebé

 

O SOL E OS CUIDADOS A TER COM A PELE DO BEBÉ

 

Com a chegada do calor chega a vontade de ir para a praia com os nossos pequeninos. Mas, quando temos um novo elemento na família temos quer mudar certos hábitos que tínhamos. Pois está provado que as queimaduras solares até aos 18 anos são as piores e são aquelas que normalmente dão origem a cancros de pele porque a pele até esta idade é mais vulnerável.

 

Quando temos um bebé com menos de um ano de idade temos ainda que ter muitos cuidados acrescidos. Está estipulado que até aos seis meses de idade o bebé não deve apanhar sol direto porque a sua pele é tão fina que é muito mais sujeita a queimaduras.

 

Quando vamos para uma saída ao ar livre com as crianças os cuidados devem começar em casa. Primeiro aplicar o protetor solar à criança 30 minutos antes de sair de casa, levar um chapéu de abas largas, óculos de sol, e roupa larga de algodão. Repetir a aplicação do protector solar de 2 em 2 horas.

 

Entre as 11h e as 16h é um horário a evitar por completo para exposição solar, nesta altura os raios UV estão muito intensos. Devo também lembrar que estes raios refletem tanto na água como na areia. Por isso se normalmente tentas resguardar o bebé de baixo do guarda-sol, nas horas de maior perigo, quero que saibas que ele não está protegido contra os raios UV.

 

Em relação aos protetores solares eles têm que ser utilizados todos os dias e não só quando vamos á praia com as crianças. Nos dias de verão coloque o protetor solar perto da porta de saída de casa e antes de sair coloque. Tenha atenção para não esquecer certas zonas como, o nariz, orelhas, parte de trás dos joelhos e pés, estas são zonas por vezes esquecidas. Escolha um protetor solar de largo espectro e 50+, ou seja, que proteja contra raios UVB e UVA. Para as crianças com menos de três anos é aconselhável utilizar um protetor solar mineral, que não tem filtros químicos que possam ser absorvidos pela pele. Os protetores solares minerais só são constituídos por filtros físicos. Esta questão é importante para que não se desenvolvam alergias. E também para que a pele da criança não absorva produtos químicos em grande quantidade.

 

Dicas Importantes

  • Os protetores solares com coloração são uma boa opção. Existem no mercado protetores solares de cor azul que facilitam aos pais saber onde já passaram o creme. Como as crianças nunca estão paradas, quando estamos a aplicar o creme, esta é uma boa técnica para ter noção que não falhou nenhuma área do corpo. A cor azul depois desaparece.

 

  • Para saber se a criança faz alergia a um novo protetor solar deve primeiro fazer uma aplicação durante 3 dias consecutivos numa porção de pele das costas da criança e ver se desenvolve algum tipo de vermelhidão ou comichão. Se assim for é porque faz alergia. Se ao fim dos três dias consecutivos não houver nenhuma reação é porque pode utilizar este protetor.

 

  • Existe ainda a ideia que é complicado para os pais utilizarem protetores solares com filtros físicos porque eles são bastante pastosos e mancham a roupa de branco. Mas esta ideia já não é real. Há neste momento protetores solares minerais em spray e que são muito fluidos e fáceis de espalhar não marcando a roupa.

 

Em jeito de conclusão sabia que às vezes bastam 10 a 15 mim para se formar uma queimadura solar e as queimaduras solares são muito dolorosas e ficam “marcadas” para toda a vida. Com os anos, a exposição prolongada e as queimaduras solares sucessivas conduzem a um envelhecimento acelerado da pele, a um enfraquecimento das defesas imunitárias, o que provoca determinados casos cancros de pele, e cataratas que podem conduzir à cegueira.

 

Vamos ter cuidado com os nossos pequeninos. Sol sim mas com moderação.

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Bebé, automóvel e psicologia

segunda-feira, 18 de Julho de 2016 13:07:00 Europe/Lisbon

 Bebé, automóvel e psicologia

 

 Bebé, automóvel e psicologia

Quem me conhece sabe que todos os dias me ponho em causa, todos os dias penso, pergunto-me e exijo-me fazer o melhor… e mais também!

 

Quem me conhece sabe que o D’Barriga nasceu com base no meu processo pessoal e que ainda hoje alguns dos ensinos que faço têm por base “ensaios e erros” pessoais.

 

Quem me conhece sabe que vibro com as conquistas de cada família que passa pelo D’Barriga, com a facilidade de alcançarem os seus objectivos e com a consciência com que fazem as suas escolhas.

 

 Hoje, decidi partilhar convosco dicas para escolherem de forma consciente onde colocar cada elemento da família no automóvel.

 

Sem certo ou errado, sem juízos de valor.

O bebé é vosso – não queremos todos as mesmas coisas, mas compreender o que cada escolha potencia, dá-nos poder… e responsabilidade também!

 

Então para começarmos do principio, e falando já da 1ª viagem após o nascimento…...serão 3 ( pai, mãe e bebé )… onde sentar cada um e a mensagem implícita a cada lugar…

 

- Condutor - sem dúvida, neste dia será o papá babado e protector da sua prole, que trará para casa orgulhoso o seu descendente!

 

- Bebé – Viajando SEMPRE no sentido inverso ao da marcha, conforme obriga a legislação ( e assim deverá permanecer até pelo menos aos 15 meses – para mais informações consultar a legislação e normativa i.size ( norma UN R129, pode também consultar o documento https://www.unece.org/fileadmin/DAM/trans/doc/2014/wp29grsp/GRSP-56-24r1e.pdf, onde encontrará, ainda que em inglês, inclusivamente forma de ler e interpretar as etiquetas que acompanham as cadeiras) deverá viajar no banco traseiro, no lugar atrás do banco do passageiro. Caso a viatura seja de dois lugares desrecomendo que o bebé viaje no tejadilho! (Por risco de correntes de ar hihihihihih!)

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Ninguém se opõe? Ok, Excelente!

Há ai algumas dúvidas? Ok, vamos tentar explicar o que nos move, para que possam tomar as vossas próprias decisões:

- “ O bebé iria melhor no banco da frente… assim, o condutor poderia ver se precisa de alguma coisa…”

O que precisaria?

A)                90% do tempo, senão mais, em que viaja no automóvel o bebé está a dormir;

B)                 Caso seja necessário  dar de mamar, trocar a fralda ou mudar a roupa porque bolsaram não será possível fazê-lo com a viatura em andamento…….

C)                 Tendo em conta que para viajar com a cadeira do bebé no lugar do passageiro  tem sempre que ser desactivado o airbag, a probabilidade de falência do sistema (esquecer de desligar, ou esquecer de voltar a ligar) é enorme!

 

Dica 1-  pode ter o bebé a viajar no banco de trás e, caso o condutor necessite de visualizar o bebé para se sentir mais tranquilo/a , recorrer ao espelho retrovisor adequado (https://www.dbarriga.pt/espelho-retrovisor-auxiliar.html)  e assim ter o melhor dos dois mundos…

 

- “O bebé tem que ir à frente! Temos já um filho com x anos e pode fazer mal ao irmão!”

– fazer mal ao irmão? A sério? É esse o receio real? Não serão os pais capazes de controlar o mano dentro do habitáculo do automóvel?

 

Dica 2 – Que mensagem  é passada quando separamos os irmãos? Quando temos mais do que um filho é também  porque querer  que se tenham um ao outro ou uns aos outros… colocá-los juntos irá certamente fomentar uma relação de proximidade e  cumplicidade que fará os pais babarem; irá certamente fazer com que o mais velho cedo compreenda a fragilidade do mais novo, bem como é uma excelente oportunidade para que o mais velho se sinta necessário… basta dizer: “ ajudas a colocar o cinto ao mano? “

- “ o bebé deve viajar atrás do condutor, para que não se distraia!” – pois, se uns querem ver tudo, outros há que não querem ver nada!

Mas, de facto, e porque estacionamos maioritariamente do lado direito das ruas, devemos acautelar que temos todas as condições para proceder convenientemente à colocação e retirada do bebé do automóvel. Desta forma, mesmo durante a fase “ maçaricos” não há pressão de fazer rápido!

Dica 3 – o bebé é vosso, é único, o transporte automóvel é para ser seguro… Tudo o resto é secundário.

- A mamã – Oh, a doce mamã, acabada de sair do hospital, desejosa de chegar ao conforto do lar, e simultaneamente questionando todas as suas competências…

CALMA! Respire, vai correr tudo bem! Sente-se ao lado do seu marido, como até então fazia, e deixe que ele vos cuide… olhem um para o outro e tudo vos será mais fácil.

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Ninguém se opõe? Excelente, dispensa leitura do resto do texto!

Há aí algumas dúvidas? Certo, vamos “ partir pedra”.

- “ a mãe tem que ir atrás para poder ver o bebé!”

……...mas……... o resto do tempo a mãe não vai olhar para o bebé?

. Se é para poder ver o bebé, então releia a dica 1……………………………………...Tratado? Bora lá sentar ao lado do maridão!

- “ ah, mas o bebé pode precisar de alguma coisa!”

. OK, aconselho a reler o ponto B), pois aqui é também notório que somos nós, não o bebé, quem precisa de algo…

E agora pergunto eu:

- e se fosse a mãe atrás e o pai a conduzir? Hum…...

Certamente o bebé se habitua a esta rotina……...e quando um dos dois for viajar sozinho com o bebé? o que fazer?

 

Colocar o bebé à frente? “ Aguentar” o berreiro provável do bebé por se ver sozinho?

- e se fosse a mãe atrás e o pai a conduzir?

Certamente que viajariam a conversar um com o outro. E o mais provável é os olhares  encontrarem-se no retrovisor… o que retira uma boa dose de segurança à condução…

Dica 4 – Sentem-se juntos os pais, que se querem cúmplices, em harmonia e a viver momentos únicos!

Fica a promessa de que é unidos que o vosso bebé vos lerá!

Sim, podem colocar a mão na perna um do outro…...hihihi

PS: A leitura deste artigo não dispensa a vinda a um workshop sobre segurança no transporte no D’Barriga. Esteja atento à nossa agenda mensal e a próxima data deste workshop.

Naturalmente, haverá excepções – são estas que confirmam a regra, mas que estas sejam conscientes e os seus riscos assumidos.

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