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Dia internacional da família

segunda-feira, 15 de Maio de 2017 19:50:46 Europe/Lisbon

dia_internacional_da_familia_2017

 

 

O Martim já está em casa!

- 19:00h, tocou o telefone, e do lado de lá, na sua voz que tudo revela pelo seu tom, a mãe do Martim disse a plenos pulmões:

- Estamos em casa!

Que alegria!

No dia internacional da família, que melhor notícia do que receber uma chamada desta família que também é minha, e de quem sei que também sou família, com alvíssaras de boas notícias deste sobrinho querido.

Dia internacional da família
Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

Escolher pediatra

quinta-feira, 13 de Abril de 2017 19:31:54 Europe/Lisbon

escolher_pediatra

 

É frequente no ambiente de proximidade, partilha e cumplicidade que no D´Barriga se vive, que me questionem acerca do/da pediatra que recomendo.

Dizer nomes que possam estar mais em voga em cada momento é, naturalmente, fácil... demasiado fácil para a forma como encaro cada solicitação que cada família nos coloca. Posto isto, convém desmontar desde já algum mito que possa existir:

 

- Não há pediatras perfeitos!

 

Pediatras são pessoas, como tu e eu, e como tal contêm em si TODAS as características habituais em humanos, as excelentes e as outras também: mesmo às/aos melhores dos humanos, acontecem dias “não”, dias “assim, assim” e dias “não me aborreçam”...

Assim, escolher O pediatra pode parecer tarefa difícil.....a mim pessoalmente causou-me uma enorme angústia! Marido cheio de alergias, asma e outras maleitas, já imaginava a cria a padecer dos mesmos males e a ter necessidade de um mega especialista nisto e naquilo...até que uma sábia amiga me sussurrou: "primeiro precisas de um pediatra, se posteriormente se detectar que a Leonor tem algum problema, logo se orienta para o profissional adequado!"

 

Escolher pediatra

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Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

Ingestão de líquidos no bebé

sábado, 1 de Abril de 2017 14:38:17 Europe/Lisbon

liquidos

 

 

Por que não devemos dar água, chá ou sumos ao bebé antes dos 6 meses?

 

A prática de oferecer água, chá ou sumos, ao bebé (com menos de seis meses) como suplemento ao aleitamento materno e artificial, é comum em vários países do mundo. Os fatores relacionados com esta prática estão relacionados com a falta de conhecimentos dos pais sobre a temática e necessidades hídricas do bebé, crenças influenciadas pela cultura e religião, promoção inapropriada de produtos (água para lactentes) e falta de orientação dos profissionais de saúde.

 

Em muitas sociedades existe a crença de que o leite materno não é suficiente para promover o crescimento e desenvolvimento da criança.

 

O leite materno sofre várias alterações para se adaptar às necessidades do bebé ao longo do seu crescimento, fornecendo toda a energia e nutrientes que necessita.

 

Contêm cerca de 88% de água e satisfaz a necessidade hídrica do bebé exclusivamente alimentada com leite materno até aos 6 meses de idade.

Comentários | Adicionado em Publicações por Nádia Gomes Ferreira - enfermeira especialista em saúde materna e obstétrica

Plus Teste: Uma nova meta em segurança

sexta-feira, 24 de Março de 2017 11:37:22 Europe/Lisbon

plustest

 

Ultimamente quando falamos do tema de segurança nas cadeiras auto, há cada vez mais referência ao Plus Teste.

Recentemente veio do Norte da Europa a notícia da aplicação deste novo Teste nas cadeiras para crianças. Este padrão complementa a legislação em vigor e é um grande avanço em benefícios de segurança nos sistemas de retenção automóvel. Nestas linhas pretendemos explicar porquê.

Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

6 alimentos a evitar na gravidez

quarta-feira, 22 de Março de 2017 19:51:15 Europe/Lisbon

6 Alimentos a evitar na gravidez

A gravidez é uma fase especial na vida de um casal e particularmente para a mulher, acarreta inevitavelmente um sem número de “palpites” e opiniões de todos quantos nos rodeiam e querem bem.

Assim torna-se necessário aferir com rigor o que pode, não pode, deve ou não deve realmente ingerir.

Comentários | Adicionado em Publicações por Ricardo Moreira - Nutricionista

Torcicolo Congénito = Contratura do Esternocleidomastoideu? Também, mas não só!

segunda-feira, 6 de Março de 2017 22:21:09 Europe/Lisbon

Na minha prática clínica diária tenho verificado que o torcicolo congénito é, por vezes, diagnosticado tardiamente ou tratado de forma padrão, não se verificando os resultados pretendidos, o que a longo prazo pode trazer consequências sérias para o bebé.

Comentários | Adicionado em Publicações por Cláudia Costa - Fisioterapeuta

10 anos - Como um filho que vejo crescer....

sexta-feira, 3 de Março de 2017 10:48:18 Europe/Lisbon

10_anos

 

São 10!

 

10 anos feitos de 365 e 366 dias cada um, portanto 3650 e mais uns pós de dias de sonho, de dias de sonhos – vividos e partilhados!

 

10 anos que passaram como se de 10 dias se tratassem – pois amo cada dia e cada vida que partilho.

 

10 anos em que cada um me trouxe novos sonhos, novas vidas e novos projectos e desafios.

 

10 anos…

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Comentários | Adicionado em Publicações por Joana Freitas

Plagiocefalia: Quando prevenir é... curar!

quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017 15:32:32 Europe/Lisbon

 

Plagiocefalia: Quando prevenir é... curar! “... A Plagiocefalia pode ser totalmente reversível até aos 2 anos de idade.. O primeiro passo é perceber se o problema existe e medir a gravidade do mesmo.”...

Comentários | Adicionado em Publicações por Cláudia Costa - fisioterapeuta

O LOBO SABICHÃO

domingo, 11 de Dezembro de 2016 18:00:00 Europe/Lisbon

Histórinhas D'Embalar - O LOBO SABICHÃO

 

O Lobo Sabichão - Histórinhas D' Embalar #43

 

Um lobo e uma raposa tinham nascido ao mesmo tempo e crescido juntos na floresta. Lá, na cova onde vieram ao mundo, também estudaram juntos as primeiras lições de vida. 

Crescidinhos, os dois estudantes quiseram conhecer o mundo. 

 Caladinhos, às escondidas, sem que os pais nada percebessem, fugiram da toca, correram uma grande distância, afundaram-se na floresta e depois começaram a perambular de mata em mata. 

No meio de um campo onde tinham chegado, e que lhes pareceu infinitamente extenso, estava um belo cavalo alto e gordo pastando sossegadamente, sem dar a mínima importância aos dois viajantes. 

Estes, quando o viram, pararam estupefactos, sem saber o que fazer. Estavam a ponto de fugir desabaladamente, pois o medo era terrível. 

-- Quem será? perguntou, afinal, a raposa, um tanto senhora de si.

 O lobinho, que se julgava um sábio, também não sabia. Como não queria confessar sua ignorância, começou a falar entre-dentes, enquanto coçava uma orelha. 
                  - Eu sei, sei muito bem. O seu nome está na ponta da minha língua! É que, no momento, não sou capaz de lembrar-me...
                  - Pois bem, propôs a raposa, o melhor é irmos perguntar-lhe, em vez de ficarmos aqui parados, enquanto a memória está falhando. 
                  Encaminhando-se para perto do cavalo, fez-lhe uma graciosa reverência e perguntou ao desconhecido: 
                  - Ilustríssimo senhor, estes vossos humildes servidores desejam saber qual o vosso nome?
                  O interpelado, a quem aqueles intrusos estavam aborrecendo, respondeu atravessadamente: 
                  - Meu nome está escrito nas minhas ferraduras. Se quiserem sabê-lo, leiam! E ergueu uma pata traseira. 

  A raposa, muito finória, desculpou-se, dizendo que era ainda muito criança e não sabia ler bem; enquanto que o lobinho, querendo aproveitar a oportunidade para exibir-se vaidosamente diante daquele soberbo animal, foi depressa ler o nome na ferradura. 

O cavalo deu-lhe, então, um valente coice, atirando-o longe.

 

 

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Comentários | Adicionado em Histórinhas d' Embalar por Joana Freitas

A Fada Oriana

domingo, 4 de Dezembro de 2016 18:00:00 Europe/Lisbon

Histórinhas D'Embalar - A Fada Oriana

 

A Fada Oriana - Histórinhas D' Embalar #42

 

Era uma velha muito velha que vivia numa casa velhíssima. E dentro da casa só havia trapos, móveis partidos e louça rachada. Oriana espreitou pela janela que não tinha vidro.

A velha estava a arrumar a casa e enquanto trabalhava falava sozinha, dizendo:

– Que negra vida, que negra vida! Estou tão velha como o tempo e ainda preciso de trabalhar. E não tenho nem filho nem filha que me ajude.Se não fossem as fadas que seria de mim? «Quando eu era pequena brincava na floresta e os animais, as folhas e as flores brincavam comigo. A minha mãe penteava os meus cabelos e punha uma fita a dançar no meu vestido. Agora, se não fossem as fadas, que seria de mim?

Quando eu era nova ria o dia todo. Nos bailes dançava sempre sem parar. Tinha muito mais do que cem amigos. Agora sou velha, não tenho ninguém. Se não fossem as fadas que seria de mim?

Quando eu era nova tinha namorados que me diziam que eu era linda e me atiravam cravos quando eu passava. Agora os garotos correm atrás de mim, chamam-me ‘velha’, ‘velha’ e atiram-me pedras. Se não fossem as fadas que seria de mim?

Quando eu era nova tinha um palácio, vestidos de seda, aios e lacaios. Agora estou velha e não tenho nada. Se não fossem as fadas que seria de mim?» Oriana ouvia esta lamentação todas as manhãs e todas as manhãs ficava triste, cheia de pena da velha, tão curvada, tão enrugada e tão sozinha, que passava os dias inteiros a resmungar e a suspirar. As fadas só se mostram às crianças, aos animais, às árvores e às flores. Por isso a velha nunca via Oriana; mas, embora não a visse, sabia que ela estava ali, pronta a ajudá-la.

Depois de ter varrido a casa, a velha acendeu o lume e pôs a água a ferver. Abriu a lata do café e disse: – Não tenho café. Oriana tocou com a sua varinha de condão na lata e a lata encheu-se de café.

A velha fez o café e depois pegou na caneca de leite e disse: – Não tenho leite. Oriana tocou com a sua varinha de condão na caneca e a caneca encheu-se de leite.

A velha pegou no açucareiro e disse: – Não tenho açúcar. Oriana tocou com a varinha de condão no açucareiro e o açucareiro encheu-se de açúcar.

A velha abriu a gaveta do pão e disse: – Não tenho pão. Oriana tocou com a varinha de condão na gaveta e dentro da gaveta apareceu um pão com manteiga.

A velha pegou no pão e disse: – Se não fossem as fadas que seria de mim! E Oriana, ouvindo-a, sorriu.

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

 

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